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Assistência Técnica Garmin no Brasil

Chego de  um   treino e   percebo  que   meu Garmin 910xt está com um botão rasgado, deixando exposto toda a parte interna do equipamento. Pronto, se for correr assim e qualquer agua bater nele, já era. Nadar nem pensar!

E agora!?, Será que vou ter jogar fora e partir para a compra de outro, um upgrade forçado para o 920xt até que agrada, mas o desagrado de gastar US$ 600 é mais forte.

O primeiro passo e ter uma ideia se é possível reparar e a que custo. No dia seguinte 910xtBrokenprocuro na internet uma solução de reparo através de uma autorizada oficial (não é pleonasmo, tem muitos que se dizem autorizados e não são oficiais). Não foi fácil, não consegui no site da Garmin, achei um caminho num fórum onde um usuário relatava um caso parecido com o meu e postava um telefone de contato.

Fiz o contato pelo telefone informado e era mesmo da Garmin, perguntei se o meu problema tinha solução e fui informado que sim, só precisaria abrir um chamado no site que ela me enviaria por e-mail, e receberia todos os procedimentos para ter um solução para o meu problema.

No e-mail fui informado que deveria enviar o aparelho para assistência técnica, e para isso deveria me cadastrar e abrir um ticket no site http://rma.garminstore.com.br/

rmagarmin

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Qual o tempo certo, o meu ou o da prova ?

tempo de provaVocê se prepara para aquela escolhida prova de 10k com a altimetria ideal e clima extremamente favorável. Seu objetivo, o tão esperado sub 50’, ou melhor, percorrer os 10 quilômetros em menos de 50 minutos.

Você treinou com disciplina, seguiu a planilha e todas as recomendação de seu treinador, mas sabe que ainda é um desafio muito difícil para você, pois nunca conseguira percorrer essa distancia, mesmo em treinos, com ritmo médio mais forte que 5min/km, o que lhe daria o registro desta marca.

Chega o dia da prova, estratégia montada, correr cada quilometro ao ritmo de 4:48 min/km, mais forte do que isso seria muito arriscado, a solução é buscar manter este pace de forma linear em todos os quilômetros da prova, este é o desafio, este é o objetivo, a chave para esta conquista.

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Uma homenagem ao amigo Edísio Rocha

O mergulho, como qualquer atividade que é criada, passa por diversas fases de evolução. Muitos de nosso grupo tiveram a oportunidade de acompanhar algumas dessas fases. Quase todos nem se tornaram mergulhadores pela Aquáticos, somos das antigas, um grupo de pessoas extremamente heterogêneas, mas unidas por uma longa amizade criada pelo mergulho, e batizados em um grupo de WhatsApp como: “DINODIVERS”.

Para todos, no início de nossas relações com a Aquáticos, Edisio era o responsável comercial de uma operadora de mergulho que oferecia para nós uma nova proposta de mergulhos e cursos na atividade, e que muitas vezes fazia o papel de regulador de nossos maus vícios, como por exemplo, levar coolers de cervejas para embarcação.

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Sensor cardíaco na corrida, para que usar?

Na verdade, para a grande maioria das pessoas que querem correr, o equipamento único é um par de ténis. Mas a medida que o comprometimento com a atividade vai crescendo, a necessidade de outros acessórios passam a ser importantes para que haja uma consolidada evolução.

Nesta fase, os aplicativos de corridas para smatphones ou os relógios com GPS, assumem rapidamente a condição de equipamento obrigatório, pois com eles é possível saber a distância percorrida, a velocidade, e ritmo, dados vitais para qualquer corredor que queira progredir, e ter um mínimo de referência própria no ambiente das corridas de rua.

sensorDentre estes acessórios, ditos obrigatórios, o sensor cardíaco, equipamento que se comunica com os smartphones ou com os relógios com GPS, fornecendo a quantidade de batimentos do coração por minuto em tempo real, ainda são vistos por muito como incômodos e desnecessários, principalmente para aqueles que não usam planilhas de treinamento baseadas na frequência cardíaca do corredor.

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Tentado voltar aos treinos

Levando em conta o tempo parado, as faltas, e os treinos interrompidos por causa da lesão no tendão de Aquiles, já são dois meses que abandonei um ritmo de treino intenso, que realmente vinha trazendo resultados bastante positivos para minha performance, para se manter num nível de treinamento aeróbico perto de zero.

Os trinta dias de fisioterapia realizados pelo competente fisioterapeuta Kallynson Freitas da Freitas Pilates, me devolveram o prazer de pisar e correr sem dor, mas infelizmente, apesar de resolvido literalmente o  problema do meu “calcanhar de Aquiles”,  estou me recuperando de uma intoxicação alimentar que ainda incomoda muito quando corro, dando ânsia de vômito nos poucos quilômetros que corri, mesmo de forma bastante moderada.

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Treinos de junho de 2015

junho2015

O último mês do primeiro semestre de 2015 foi concluído com a menor rodagem do ano. Os problemas com lesões ocorridos no mês anterior, além de uma forte gripe que me impediu inclusive de participar ativamente da Semana do Terror da Nunage, fizeram com eu treinasse apenas 87,48 km neste mês.

Foram muitos treinos interrompidos por dores no tendão de aquilhes, o  que me fez suspender os treinos e encarrar uma fisioterapia intensiva, além de um trabalho de pilates focado no alongamento dos membros inferiores para amenizar a possibilidade de reincidência desta lesão.

Quanto a meta de 1.500 km para o ano de 2015, estou 8km abaixo para fechar os 50%, o que me deixaria matematicamente dentro da meta, mas como só deverei voltar aos treinos na terceira de semana de julho, vou ter que literalmente correr bastante para tirar o atraso.

Lamento que essas lesões tenham interrompido um trabalho para ganho de performance que realmente vinha dando resultados. Agora só me resta trabalhar para a pronta recuperação, e na volta aos treinos, ir mais uma vez buscar o condicionamento atingido, para a partir dai, ver até onde devo chegar

Semana do terror Nunage

 

 

De 22 a 26 de junho os corredores da Nunage Running estarão encarando um desafio de correr todos os dias da semana.

As distâncias variam com o nível de condicionamento de cada um, e dessa forma cada corredor recebe a planilha da semana com as distâncias já estabelecidas.

Para mim serão de 8 a 10km por dia sem preocupação com o ritmo. O objetivo foi batizado de semana do terror, nem acho que seria esse terror todo se eu não tivesse tão gripado e com muitas dores nos pés.

Ainda não sei se entrarei para esse desafio de correr gripado e com dores, a não ser que queira realmente entrar no clima e além disso completar rodagem para a meta do mês.

2 anos do sub 60′

 

Mais uma data marcante que comemoro para o meu histórico de corridas de rua, hoje completam dois anos que em um treino em que sai determinado para realizar esta marca, consegui pela primeira vez completar os 10k em um tempo abaixo de uma hora, o chamado sub 60’.

Foi uma marca difícil de atingir, foram quase oito meses saindo de uma fase de sedentarismos total até consegui este tempo, que certamente serviu de estímulo para a conquista de tantas outras. Fica o registro.

Longão na Reserva do Paiva

Após oito meses do último treino na Reserva do Paiva com o pessoal da Nunage Running, estávamos de volta para percorrer os mesmos 14 km pelas pistas do primeiro bairro planejado de Recife, um local  belíssimo e bastante propício para a prática de corridas.

Em outubro do ano passado tinha apenas dois meses que havia voltado aos treinos, e minha expectativa era terminar os 14km bem, e o mais próximo possível de um pace médio de 6:00 km/min. Consegui fechar com 6:01 km/min, e fiquei bastante satisfeito, pois era a primeira vez, depois de minha volta, que conseguia chegar bem próximo do que havia planejado para um treino contínuo.

Para hoje planejei um pace médio de 5:10 km/min, uma marca que já havia conseguindo no começo do mês passado para a mesma distância. Resolvi não  baixar o ritmo como sempre tenho tentado fazer nos longões, justamente porque tive dificuldades de manter os paces determinados na planilha durante a semana, consequência da diminuição dos treinamentos devido a uma lesão sofrida em meados do mês passado. Algo que inclusive cheguei a relatar aqui no blog, que as pequenas paradas não haviam prejudicado o meu condicionamento adquirido.

Ledo engano, fechei o percurso com o ritmo médio de 5:13 km/min com muito sofrimento. Para se ter ideia, nos 5:10 km/min médio para 14 km, conseguidos no começo de maio, os batimento cardíacos médios foram de 172 bpm, enquanto hoje foram de 187 bpm. Extremamente elevados, o que consolida o fato de que a diminuição do volume de treino por causa da lesão impactou negativamente no meu condicionamento.

O que resta agora é retomar a frequência dos treinos, de forma até um pouco  conservadora, para assim tentar recuperar a condição anterior, e dai, continuar tentar a evolução para correr com mais facilidade num rítmo abaixo dos 5:00 km/min nos longões.

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Parabéns Nunage

Se formos enumerar os porquês de um corredor de rua usar uma assessoria de corrida para seu treinos, teríamos uma boa lista de opções, como por exemplo, ter uma planilha personalizada para seguir; dispor de um profissional para sanar suas dúvidas; conhecer gente com um mesmo objetivo esportivo; e praticar a atividade com um menor risco de se machucar. São por essas e outas razões que as assessorias de corridas estão ai, botando o pessoal para correr.

Mas o que diferencia uma assessoria das outras? A resposta é simples, a capacidade de manter seus alunos motivados com a atividade.

O problema é que isso não é fácil, são alunos com temperamentos, objetivos e expectativas diferentes, que podem ter grandes euforias nas conquistas, mas também grandes frustações. Como gerenciar isso? Como manter uma grupo com espírito competitivo suficiente para gerar a motivação, mesmo sabendo que muitos da equipe vão obter resultados bem menores do que outros? Como faze-los estar no próximo treino “rasgando” a planilha para melhorar suas marcas?

Eu  realmente não sei como se consegue isso, mas sei que é possível, pois faço parte de uma equipe dessa, e no grupo dos resultados menores, viu!?  Mas sinto em cada treino que posso melhorar, pois assim como outros colegas do grupo, recebo suporte e estímulo a todo momento, e isso me faz ter orgulho de participar de um assessoria que ontem comemorou seu dois anos de existência, e está de parabéns, não apenas pela existência cronológica, mas pela façanha de dar o melhor naquilo que faz, ajudando seus alunos a realizarem seus sonhos, e  buscarem suas conquistas mantendo um espírito de grupo que os une e dá forças para que cada um alcance o seu melhor.

Parabéns Nunage Running, parabéns Nuno e Juliana, vocês fazem a diferença.